Viajando nas Entrelinhas
segunda-feira, 17 de junho de 2013
ROTEIRO PARA PREPARAÇÃO DE RELATO DE EXPERIÊNCIA EM SEMINÁRIO DESCENTRALIZADO
1. Identificação
a) Diretoria de Ensino (DE): José Bonifácio
b) Unidade Escolar (UE): EE João Portugal
c) Componente Curricular ou Gestão: Língua Portuguesa
2. Palavras-chave do conteúdo
1) Leitura;
2) Interpretação;
3) Vocabulário;
4) Intertextualidade.
3. Tipo de apresentação:
* Power Point
4. Quais os objetivos pretendidos com o desenvolvimento das atividades?
Levar o aluno a discutir a amizade (relacionamento) entre pessoas de idades diferentes.
Trabalhar a amizade x respeito x companheirismo.
Carinho e encantamento do adulto pela criança.
Conhecimento de mundo.
5. O que se espera que o aluno, professor e gestor tenham aprendido ao concluir as atividades propostas?
Leitura, interpretação de textos, ampliação de vocabulário, compartilhamento de experiências vividas e intertextualidade.
6. Como foram desenvolvidas tais atividades?
Fazer a leitura do texto;
Conhecimento do vocabulário;
Abrir espaço para que os alunos façam relatos pessoais;
Interpretação textual.
Depois de abrir uma discussão sobre o texto, podemos trabalhar a intertextualidade com as músicas: Encontros e despedidas (Milton Nascimento) e Madrid (Fernando e Sorocaba).
Assitir ao filme: O terminal, com Tom Hanks.
7. Por que é importante que o aluno desenvolva as atividades propostas? De que forma a proposta avança rumo à melhoria da aprendizagem? (justificativa)
Essa Situação de Aprendizagem justifica-se por compartilhar a leitura literária na escola, troca de experiências vividas e levar à inferência da intertextualidade.
8. De que maneira se pode perceber se os objetivos foram ou não alcançados?
Contínua, baseada na observação e reflexão das atividades realizadas.
9. Quais materiais foram utilizados para o desenvolvimento das atividades visando às competências leitora e escritora? (sites, livros, documentos, textos, vídeos, músicas, imagens e materiais digitais em geral etc.)
Texto: No aeroporto, de Carlos Drummond de Andrade;
Dicionários;
Projetor;
Músicas: Encontros e Despedidas, de Milton Nascimento; Madrid, de Fernando e Sorocaba.
Filme: O terminal, com Tom Hanks.
Atividade vivenciada pela professora Gisleidy.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Depoimentos de leitura e escrita
Minha experiência compreende de longa
data a minha memória de leitura, quando minha primeira lembrança é da minha mãe
lendo pra mim uma coleção de livros de capa grossa que havia ganhado do meu
pai: A pequena Sereia, O Sal, O cavaleiro valente. Como é gostoso lembrar! Eu
deitada na cama da minha mãe enquanto ela lia... Quando comecei a ler, adorava
os contos de fadas, era como se eu estivesse dentro da história! Um livro que
guardo profundamente na memória é "Rosinha, minha canoa". Sinto ainda
a emoção ao ler aquelas páginas... Já adolescente li todos os livros da série
Vagalume, não me esqueço: "O caso da borboleta Atíria", "Um
cadáver ouve rádio". Chorei muito quando li "A marca de uma
lágrima" de Pedro Bandeira. Hoje sinto saudades do tempo em que passava lendo...
Ás vezes minha mãe falava "Sai um pouco desse quarto, você não colocou a
cara pra fora o dia inteiro!" Mas ela não imaginava que eu já tinha
viajado para vários lugares.
O professor deve ser visto como
parceiro do aluno em todo o processo de aprendizagem. Ele se caracteriza como
privilegiado no ato de selecionar textos para o educando. E deve ser cauteloso
fazendo observações e análises, oferecendo alternativas, colaborando para o
incentivo a leitura, ao invés de reprimir. Focando a importância de se manter
uma relação entre leitura e conhecimento da língua, faz necessário que a escola
e o professor como orientadores se tornem participantes ativos dessa corrente
de pensamento.
Cabe, neste caso, ao professor, criar
estratégias diferentes e interessantes de leitura, entender o estágio em que o
aluno se encontra de modo a não exigir o impossível quanto ao seu grau de
maturidade e conhecimento adquirido em leitura. Ler é familiarizar-se com a
variedade de textos produzidos em diferentes práticas sociais, tais como:
notícias, crônicas, piadas, poemas, artigos científicos, ensaios, reportagens,
propagandas, informações, charges, romances, contos, etc, percebendo em cada
texto a presença de um sujeito, de um interesse, cabendo ao professor
compartilhar a experiência da interação entre a obra e o leitor, como sujeito
ativo capaz de refletir sobre o que leu, emitir juízo e, principalmente ampliar
seus horizontes de expectativa em relação à obra lida.
Leciono para alunos dos 6º anos e um projeto que sempre trabalho e meus
alunos adoram: é o “Projeto Monteiro Lobato”. Começo o trabalho, com uma
sensibilização, através da exibição de um episódio do Sítio do Picapau Amarelo:
“Narizinho no Reino das Águas Claras” e músicas do CD “Sítio do Picapau
Amarelo”. Depois coloco à disposição da classe, as obras do autor (a biblioteca
da minha escola tem muitos exemplares). Começamos a leitura em sala de aula e
depois os alunos terminam de ler em casa. Determino um período de leitura
(entre 7 a 15 dias) e após o término desse período, em sala de aula, fazemos a
socialização das histórias (os alunos contam as histórias, se gostaram,
trabalhamos os elementos da narrativa, se indicam o livro aos colegas, etc.).
Por último, peço que produzam uma história para as personagens do sítio, uma
nova aventura. Meu objetivo neste projeto é incentivar o gosto pela leitura,
desenvolver a competência discursiva dos alunos e a sua criatividade. -- Sandra.
Não é difícil falarmos sobre as experiências com este tema "Leitura e Escrita". Inicio escrevendo um pouco de como foi minha experiência como leitora. Adorava desde pequena escutar as histórias que meus pais, tios, avós e primos contavam. Como era bom ouvir histórias! Parece que "não está mais na moda" ou parece que hoje os jovens não ligam muito para isso. Acredite, a leitura mudou! Muitos nem abrem mais livros (de papel), utilizam o computador para fazerem leituras rápidas e sobre diversos assuntos ao mesmo tempo. Lembro-me das histórias que minhas professoras contavam para mim, principalmente da pré-escola, sobre personagens da literatura infantil, como: A Branca de Neve e os sete anões, Os três porquinhos, João e o pé de feijão, etc. Como era gostoso, vivia imaginando como eram os personagens e criava sempre um final feliz para essas narrativas. Marilena Chauí disse: " O livro é um mundo porque cria mundos...". A leitura é algo que precisa tocar nossa alma para fazer sentido. Viajamos por muitos lugares e conhecemos outros desconhecidos através da leitura. Quando lemos é como se realmente aquilo fizesse parte de nós, um pedacinho que está constituindo nosso corpo e nos constituindo também. Quando fui para o Ensino Fundamental, encontrei com professores leitores que me incentivaram a procurar nos livros todas as respostas para a inquietação da adolescência e viajei pela coleção "Vagalume". Depois, no Ensino Médio, vieram os clássicos. Lembro-me da minha primeira leitura de "Dom Casmurro", quanta discussão esse livro trouxe, fizemos até o julgamento de "Capitu". Como professora, peço para meus alunos lerem os livro s do Projeto "Práticas Pedagógicas" que o governo disponibiliza para trabalharmos. Depois da leitura, faço a socialização através de depoimentos em "Rodas de Leitura". -- Gisleidy.
Não é difícil falarmos sobre as experiências com este tema "Leitura e Escrita". Inicio escrevendo um pouco de como foi minha experiência como leitora. Adorava desde pequena escutar as histórias que meus pais, tios, avós e primos contavam. Como era bom ouvir histórias! Parece que "não está mais na moda" ou parece que hoje os jovens não ligam muito para isso. Acredite, a leitura mudou! Muitos nem abrem mais livros (de papel), utilizam o computador para fazerem leituras rápidas e sobre diversos assuntos ao mesmo tempo. Lembro-me das histórias que minhas professoras contavam para mim, principalmente da pré-escola, sobre personagens da literatura infantil, como: A Branca de Neve e os sete anões, Os três porquinhos, João e o pé de feijão, etc. Como era gostoso, vivia imaginando como eram os personagens e criava sempre um final feliz para essas narrativas. Marilena Chauí disse: " O livro é um mundo porque cria mundos...". A leitura é algo que precisa tocar nossa alma para fazer sentido. Viajamos por muitos lugares e conhecemos outros desconhecidos através da leitura. Quando lemos é como se realmente aquilo fizesse parte de nós, um pedacinho que está constituindo nosso corpo e nos constituindo também. Quando fui para o Ensino Fundamental, encontrei com professores leitores que me incentivaram a procurar nos livros todas as respostas para a inquietação da adolescência e viajei pela coleção "Vagalume". Depois, no Ensino Médio, vieram os clássicos. Lembro-me da minha primeira leitura de "Dom Casmurro", quanta discussão esse livro trouxe, fizemos até o julgamento de "Capitu". Como professora, peço para meus alunos lerem os livro s do Projeto "Práticas Pedagógicas" que o governo disponibiliza para trabalharmos. Depois da leitura, faço a socialização através de depoimentos em "Rodas de Leitura". -- Gisleidy.
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